Costa Norte
Publicado em 20/01/2012, às 15h55 - Atualizado em 23/08/2020, às 13h33
Visando proporcionar celeridade à demanda crescente de investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura, a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB) e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, José Paulo Amorim, assinaram acordo de cooperação, nesta quinta-feira (19). O acordo visa reduzir tempo e burocracia, dando assim, maior velocidade aos processos, para que estes sejam executados no município de forma eficaz.
Por meio deste acordo, a Caixa designará um representante para atuar em conjunto com técnicos da Administração, no próprio Paço Municipal. O grupo irá acompanhar os contratos, desde sua execução, passando ainda pelos processos de licitação, execução, prestação de contas e entrega da obra. A gestão por parte da prefeitura será realizada pelo Escritório de Gerenciamento de Projetos, da Secretaria Executiva de Coordenação Governamental.
da Baixada
Guarujá figura como a única cidade da Baixada Santista a assinar o acordo de cooperação. Em todo o Estado de SP, apenas três municípios participam: além da Pérola do Atlântico, Araçatuba e Sumaré. No total, 287 cidades no país, com população acima de 100 mil habitantes, formalizam o documento, lançado em novembro de 2011.
Projetos
“É possível desburocratizar e ter uma ação muito mais eficaz e efetiva com a CEF. Guarujá faz parte deste projeto-piloto que selecionou apenas dez prefeituras no Brasil. Isto é uma resposta da Caixa a nossa constante luta pela modernização administrativa. Projetos como a drenagem da Vila Baiana, o Aeroporto Civil Metropolitano, o Banco de Alimentos, o Píer do Perequê e outros 40 contratos vão receber a celeridade necessária para fazer com que os papéis virem obras”, ressaltou Antonieta.
Piloto
O gerente regional de governos da Caixa, Maurício Luis Franco, explica que, em Guarujá, será uma espécie de projeto-piloto, que vai ser desenvolvido até o fim de abril deste ano. “De início, já estamos verificando os mais de 40 contratos entre Caixa e prefeitura. São projetos orçados pela União, fora os contratos do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]”, salientou.
Estrutura
Outro fator levado em conta pelo superintendente regional da Caixa é a estrutura que a cidade possui na gestão de contratos e convênios com o Escola de Governo, o Escritório de Gerenciamento de Projetos e a consultoria do MBC (Movimento Brasil Competitivo). “Esses mecanismos auxiliam, sem dúvida, na melhoria da gestão profissional”, atestou Amorim.