Costa Norte
Publicado em 27/04/2013, às 05h27 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h16
A prefeitura de Cubatão recorre da liminar concedida, na última sexta-feira (19), pela juíza da 2ª Vara de Cubatão, Sheyla Romano dos Santos Moura, que determinou a intervenção do Governo do Estado no Hospital Municipal "Dr. Luiz de Camargo da Fonseca e Silva" e no Pronto Socorro Central, anexo a unidade hospitalar. O teor do recurso, que ainda está sendo elaborado, apontará o equívoco das informações que sustentaram a decisão judicial, nesta ação civil movida pelo Ministério Público. Segundo o procurador geral, José Eduardo Limongi França Guilherme, ao contrário do que se alega na ação civil pública, o Hospital Municipal nunca deixou de funcionar. Os serviços de urgências e emergências jamais foram interrompidos. E os repasses financeiros estão obedecendo aos cronogramas de entrada de receita estabelecidos entre o município e a Pró-Saude, gestora do Hospital Municipal. O fechamento do Centro de Obstetrícia foi uma decisão adotada pela Pró-Saúde, gestora da unidade, em virtude da investigação da presença da bactéria Serratia na UTI Neonatal. Como as duas unidades funcionam de forma integrada, novos atendimentos foram suspensos para cumprir o protocolo de segurança até que fosse concluída a investigação.
Rotina Ainda segundo a prefeitura, o Centro de Obstetrícia funciona normalmente desde a última sexta-feira e a reabertura da UTI Neonatal para novos pacientes precisa ser validada por um médico infectologista, como medida protocolar. A rotina de agendamentos de cirurgias eletivas e de exames clínicos também está normalizada. Na semana passada, esteve interrompida devido a paralisação de profissionais, que já resolveram a questão com a PróSaúde.