Com início a partir de quinta, novo contrato prevê reajuste de R$ 1 na tarifa paga no cartão e R$ 1,20 no dinheiro
Da redação
Publicado em 30/05/2023, às 18h00 - Atualizado às 18h07
A prefeitura de Caraguatatuba e a empresa Expresso Fênix iniciam a partir de quinta (1º) o novo contrato de concessão do transporte público do município. A nova concessão, informou hoje (30) a gestão municipal, vai começar com reajuste. A operação será iniciada com seis novos ônibus 0km modelo midi, além de novas tecnologias, sistema integração e novas linhas.
O novo contrato prevê que a partir de quinta haverá reajuste na tarifa de R$ 1 no cartão e R$ 1,20 no dinheiro, ou seja, no cartão o valor passará de R$ 3,60 para R$ 4,60 e no dinheiro de R$ 3,80 para R$ 5. O usuário que fizer o pagamento da tarifa mediante o uso de cartão eletrônico poderá, em um intervalo de 90 minutos e a contar do primeiro embarque, utilizar de uma nova linha, sem cobrança de nova tarifa.
Segundo a administração, a empresa contará com uma frota de 55 ônibus (45 convencionais e 10 midi), incluindo os seis novos. A idade média da frota é de dois anos. Os veículos possuem plataformas elevatórias e requisitos de acessibilidade (piso tátil, botoeiras em braile e demais exigências), WI-FI, suspensão a ar, ar condicionado e ganharão câmeras internas de segurança com reconhecimento facial.
Além disso, nos próximos dias, haverá modernização no APP Cittamobi para o usuário acompanhar de forma online o horário dos ônibus e o tempo de espera. Serão instalados também painéis de mensagens, totens de informações e televisores nos locais mais movimentados mostrando o deslocamento dos ônibus pelas linhas.
Novas linhas serão criadas como Jaraguazinho/Hospital Regional, além do CDP/Poço da Anta e itinerários para os bairros Golfinhos e Rio Marinas.
A prefeitura disse que usuários que já possuem e utilizam outros benefícios no transporte coletivo urbano municipal continuam beneficiados com a isenção da tarifa e argumentou que o último reajuste da tarifa de ônibus na cidade ocorreu em fevereiro de 2016. “O reajuste válido a partir de 1º de junho é menor que o acumulado no período (2017 a 2023), que ficou em 46%”, afirmou o órgão.