Ao todo, são 2.883 casos confirmados. Doença já foi responsável por 53 óbitos no município. Confira os bairros com mais casos ativos na cidade nesta segunda-feira, 1° de fevereiro
da Redação
Publicado em 01/02/2021, às 11h27 - Atualizado às 11h51
Desde o início da pandemia da covid-19 até o domingo, 31, foram colhidos na cidade, 10.240 exames. Deste total, 82 são considerados casos suspeitos, 2.883 casos foram confirmados, entre eles 53 óbitos, até o momento, nenhuma morte segue sob investigação., outros 2.748 já estão recuperados. Atualmente, são seis pacientes internados sendo dois pacientes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
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A divisão de casos entre os bairros também mantém o padrão verificado desde o início dos levantamentos semanais, o bairro Centro continua contabilizando o maior número de casos e óbitos.
Confira a lista completa de onde são os moradores com casos confirmados em Bertioga:
Centro ➤ 355
(16 isolados, 331 recuperados e 8 óbitos);
Chácaras ➤ 306
(14 isolados, 287 recuperados e 5 óbitos);
Jardim Vicente de Carvalho ➤ 274
(7 isolados, 264 recuperados e 3 óbitos);
Rio da Praia ➤ 260
(5 isolados, 1 internado, 247 recuperados e 7 óbitos);
Indaiá ➤ 258
(7 isolados, 248 recuperados e 3 óbitos);
Vista Linda ➤ 218
(4 isolados, 211 recuperados e 3 óbitos);
Boracéia ➤ 190
(1 internado, 188 recuperados e 1 óbito);
Maitinga ➤ 164
(2 isolados, 161 recuperados e 1 óbito);
Albatroz ➤ 154
(4 isolados, 143 recuperados e 7 óbitos);
Vila Itapanhaú ➤ 118
(2 isolados, 1 internado, 112 recuperados e 3 óbitos);
Jardim Rafael ➤ 101
(2 isolados, 94 recuperados e 5 óbitos);
Riviera ➤ 98
(3 isolados e 95 recuperados);
Ana Paula ➤ 78
(4 isolados, 73 recuperados e 1 óbito);
Guaratuba ➤ 66
(3 isolados, 61 recuperados e 2 óbitos);
Parque Estoril ➤ 40
(39 recuperados e 1 óbito);
Sítio São João ➤ 32
(1 internado e 31 recuperados);
Jardim São Lourenço ➤ 19
(1 isolado, 1 internado, 16 recuperados e 1 óbito);
Vila Agaó ➤ 17
(1 internado e 16 recuperados);
Caiubura ➤ 18
(todos recuperados);
Itaguá ➤ 2
(todos recuperados).
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VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS?
Os sintomas da COVID-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:
➤ Tosse
➤ Febre
➤ Coriza
➤ Dor de garganta
➤ Dificuldade para respirar
➤ Perda de olfato (anosmia)
➤ Alteração do paladar (ageusia)
➤ Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
➤ Cansaço (astenia)
➤ Diminuição do apetite (hiporexia)
➤ Dispnéia ( falta de ar)
EM QUANTO TEMPO OS SINTOMAS APARECEM?
A doença pode ficar incubada (ou seja, sem apresentar sintomas) por até 14 dias após o contato com o vírus. O período médio é de cinco dias, com intervalo que pode chegar a 12 dias.
QUAIS SÃO OS GRUPOS DE RISCO?
Gestantes, idosos ou pessoas com doenças crônicas são mais suscetíveis a se contaminarem com o coronavírus. Pessoas que tenham doenças respiratórias, como asma, também precisam de mais atenção.
O QUE FAZER EM CASO DE SUSPEITA?
É considerado um caso suspeito a pessoa que apresentar os sintomas de febre acompanhada por um sinal respiratório (tosse, coriza e dificuldade para respirar, por exemplo) e que, nos 14 dias antes do aparecimento dos sinais, tenha viajado para um dos países com transmissão local do vírus.
Também são suspeitos os casos das pessoas que apresentam esses mesmos sintomas e que, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas, tenham tido contato próximo com um caso suspeito ou confirmado. O contato próximo pode incluir: cuidar, morar, visitar ou compartilhar uma área ou sala de espera de assistência médica ou, ainda, nos casos de contato direto com fluidos corporais.
Os casos que não apresentarem sintomas graves podem ser orientados a permanecer em isolamento domiciliar até a melhora do quadro. Nesse período, a pessoa segue monitorada pelas equipes de saúde. Ela é aconselhada e evitar o contato com outras pessoas onde reside, usar máscara cirúrgica quando não estiver sozinha e sair de casa apenas em situações de emergência.
Os casos que vierem a apresentar algum quadro clínico de gravidade serão avaliados pela necessidade de internação e isolamento. Um médico deve avaliar o caso e definir com a Central de Regulação Hospitalar se ele pode permanecer no mesmo local onde foi inicialmente atendido ou se precisa de remoção para outro local. Em seguida, notifica o caso às autoridades de saúde do município, Estado e Ministério da Saúde por telefone e online, coleta amostra de secreção das vias aéreas e realiza um levantamento sobre pessoas com quem o paciente teve contato, para que essas pessoas sejam monitoradas pelo período determinado no protocolo, normalmente 16 dias, a contar da data do contato.