O diretor da Sobloco informou que não tinha conhecimento dos números finais do relatório que quantificou os impostos e valores provenientes da geração de empregos pela Riviera. “A Riviera sempre contribuiu expressivamente para o município, mas nunca chegamos a ter conhecimento da sua exata extensão e importância”. Ele ainda reforçou os números apresentados no relatório, onde consta que a questão ambiental não pode ser desassociada da questão econômica e social. “A questão ambiental é levada a sério no loteamento. Qualquer procedimento de urbanização só é realizado com as devidas licenças concedidas pelos órgãos públicos que tratam da matéria. Só o trabalho de manejo da fauna e flora, feito em função das obrigações que assumimos perante a Secretaria de Meio Ambiente e o Ibama, nos custou até agora R$ 45 milhões”, revelou o diretor. O trabalho inclui captura, translocação, soltura e monitoramento de animais por 8 anos. “Nestes 5 anos e 7 meses e com uma equipe contratada de cerca de 180 pessoas, este trabalho envolveu mais de 90 mil espécies, entre répteis, aracnídeos, anfíbios, mamíferos, avifauna e outros”, completou.
Compensação O diretor da Sobloco ainda ressaltou que a empresa adquiriu uma área na mesma bacia hidrográfica de 2 milhões m² e averbou-a para compensação ambiental, tudo sob a orientação e aprovação da Secretaria do Meio Ambiente. “Além disso, outros 375 lotes para ocupação unifamiliar, dentro da Riviera foram também averbados como reserva legal, para compensação ambiental. A Riviera é um empreendimento referência, foi premiada no Brasil e no Exterior. Em termos de gestão ambiental é certificada pela norma internacional ISO 14001. É o único empreendimento em todo o mundo a deter este selo ambiental”.