Quadras de escolas municipais devem ficar prontas em 2016


Costa Norte
Publicado em 29/12/2014, às 13h44 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h39

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Por Antonio Pereira

A empresa Rasm Construções e Empreendimentos Imobiliários reiniciou, há duas semanas, a construção da quadra poliesportiva da Emeif José de Oliveira Santos, no Rio da Praia, que desabou no ano passado por causa de um vendaval. Também iniciou obra semelhante na Emeif Boraceia, no extremo norte do município. O cronograma de execução prevê prazo de 12 meses para a entrega dos equipamentos. Para o pedreiro João Ferreira da Silva Filho, pai de um aluno do 2° ano do ensino fundamental, a construção é importantíssima por ser uma área de entretenimento para os alunos. “Se demorar um pouco mais não tem problema. O importante é a qualidade”, afirmou. Outra a falar sobre a importância da obra foi a professora Salma Santiago, mãe de um aluno do 3° ano: “Atualmente, os professores de educação física utilizam um espaço improvisado, mas tenho certeza que, com essa quadra pronta, será muito melhor para o trabalho deles e para o desenvolvimento dos alunos”. O investimento total em ambas as obras é de R$ 2,38 milhões, e os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida do município. Serão aplicados, na José de Oliveira, pouco mais de R$1,14 milhão e, na Boraceia, R$1,24 milhão. Segundo o secretário de Educação Ivan de Carvalho, as quadras funcionarão como ‘miniginásios’ para a prática de esportes e atividades culturais. “Nos próximos meses, licitaremos a cobertura da escola José Calos Buzinaro, em Guaratuba. Esse tipo de equipamento é algo que queríamos em todas as escolas, mas temos de respeitar o orçamento, e explorar essas construções ao máximo”, ressaltou. As quadras em construção serão cobertas, com arquibancadas e área de apoio, composta por dois vestiários; dois banheiros para portadores de mobilidade reduzida e deficientes; palco de teatro e representações; camarins; depósito; escadas; e locais para instalação futura da plataforma. Uma delas é a da escola José de Oliveira, foi paralisada em maio do ano passado, após a estrutura desabar ao ser atingida por ventos de 60km/h.

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