O presidente do Instituto Butantã lamentou a conduta da Anvisa, que, segundo ele, ao anunciar a suspensão dos testes, não conduziu a situação da maneira mais adequada

Um laudo do Instituto Médico Legal, e um boletim de ocorrência, apontam que a morte do voluntário da vacina chinesa, a Coronavac, se deu por suicídio. Em entrevista coletiva, o presidente do Instituto Butantã, Dimas Covas, garantiu que a morte, que ele chama de “evento adverso grave”, não teve nenhuma ligação com a vacina.
Faça parte do nosso canal ℹ📲 https://t.me/tvcostanorte no Telegram, informe-se!
Dimas Covas ainda lamentou a conduta da Anvisa, que, segundo ele, ao anunciar a suspensão dos testes, não conduziu a situação da maneira mais adequada. Declarações foram feitas ontem, 10.
Em contrapartida, a Anvisa, órgão que tem a competência para autorizar tanto os testes quanto as possíveis campanhas de vacinação, ajuizou que a decisão de interromper os estudos tem caráter estritamente técnico.