Sem Flexibilização

Justiça suspende a abertura de comércios não essenciais no Guarujá

Ministério Público havia entrado com pedido na justiça para suspender flexibilização econômica no município

Da Redação
Publicado em 03/06/2020, às 10h02 - Atualizado em 24/08/2020, às 07h51

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Reprodução/Internet
Reprodução/Internet

O Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu ao pedido do Ministério Público que solicitava a a suspensão da abertura de comércios não essenciais na cidade do Guarujá. Na liminar, a prefeitura do município só poderá permitir a flexibilização da quarentena após permissão do governo estadual.

No decreto municipal, que agora se encontra suspenso, os seguintes setores econômicos estariam liberados para abrirem: lojas de conserto de sapatos, lojas de embalagens, lojas de suprimentos de escritório e papelarias, lojas de tecido e aviamentos, lojas de cosméticos, lavanderias, lava-rápidos, lojas de compra e venda de automóveis, lan-houses, serralherias, marcenarias, salões de beleza, barbearias, imobiliárias, ateliês de costura, associações e seguradoras, e adegas.

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