O Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu ao pedido do Ministério Público que solicitava a a suspensão da abertura de comércios não essenciais na cidade do Guarujá. Na liminar, a prefeitura do município só poderá permitir a flexibilização da quarentena após permissão do governo estadual.

No decreto municipal, que agora se encontra suspenso, os seguintes setores econômicos estariam liberados para abrirem: lojas de conserto de sapatos, lojas de embalagens, lojas de suprimentos de escritório e papelarias, lojas de tecido e aviamentos, lojas de cosméticos, lavanderias, lava-rápidos, lojas de compra e venda de automóveis, lan-houses, serralherias, marcenarias, salões de beleza, barbearias, imobiliárias, ateliês de costura, associações e seguradoras, e adegas.