"Cabe ao Ministério Público dirigir a investigação criminal e definir quais provas são relevantes", afirma Aras

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu, nesta quarta-feira, 27, ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão do inquérito que apura a divulgação de supostas notícias falsas e ameaças contra integrantes da Corte.
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Segundo Aras, cabe ao Ministério Público dirigir a investigação criminal e definir quais provas são relevantes. Além disso, o procurador destacou que se manifestou contra as medidas de busca e apreensão realizadas, que, segundo ele, foram sugeridas pelo juiz instrutor do gabinete de Moraes após receber relatório de investigação da Polícia Federal (PF).
O apresentador do Jornal da Praia, Enio Xavier, criticou a decisão monocrática do STF. "Isso é um ataque a liberdade de expressão. Todos nós podemos ter opiniões. Agora eu não posso mais criticar uma autoridade? 29 pessoas encontraram, logo cedo, a PF nas suas portas. Tem gente aplaudindo o que aconteceu, mas amanhã pode ser eles, você ou eu", comentário feito pelo apresentador durante a edição desta quinta-feira, 28.