ELEIÇÕES

Candidatura avulsa: “É um direito fundamental”, diz Janaina Paschoal

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) abrirá um processo para avaliar as candidaturas avulsas no Brasil


Matheus Alves
Publicado em 25/05/2022, às 10h54 - Atualizado às 11h12

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Janaina Paschoal é do PRTB, tem 48 anos e já escreveu livros com a temática de Direito Janaina Paschoal Janaina Paschoal falando para a câmera - Reprodução/TV Cultura Litoral
Janaina Paschoal é do PRTB, tem 48 anos e já escreveu livros com a temática de Direito Janaina Paschoal Janaina Paschoal falando para a câmera - Reprodução/TV Cultura Litoral


Janaina Paschoal (PRTB), deputada estadual, defendeu a implementação da candidatura avulsa no Brasil. A parlamentar afirma que é um “direito fundamental” cada brasileiro ter a oportunidade de disputar eleições. Comentários foram feitos nesta quarta-feira, 25, em entrevista para o programa Café da Manhã, da TV Cultura Litoral.

“O Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica, que prevê que todo indivíduo pode votar e ser votado, independentemente de vinculação partidária”, destacou a convidada do Café da Manhã.

A deputada ainda afirma que levou até o Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia a respeito dos partidos políticos: “Existe um quartel entre os partidos. Para mim ficou muito provado que existe mesmo por que estavam praticamente todos eles [líderes de partidos] presentes, e os advogados que os representavam defendiam que não podia ter candidatura avulsa”, disse Janaina.



A parlamentar comenta também que a candidatura avulsa não ameaça a existência dos partidos e sim facilitaria a seleção de futuros candidatos, já que cada indivíduo poderia se promover e mostrar o real poder de intenções de votos.

Momentos antes da entrevista concedida à TV Cultura Litoral, Janaina Paschoal compartilhou em sua conta no Twitter comentários defendendo a candidatura avulsa: “Espero que o Brasil se manifeste favoravelmente às candidaturas avulsas. Os partidos precisam sentir que há concorrência”. O texto vem seguido de uma imagem, onde revela que o advogado Rodrigo Mezzomo convenceu a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) a abrir um processo para avaliar as candidaturas avulsas no Brasil.



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