Os 163 novos casos confirmados de covid-19 na semana entre 4 e 10 de setembro representam um acréscimo de 2,58% em relação ao período anterior, 28 de agosto a 3 de setembro. Tanto em números absolutos quanto em percentual, essa é a maior desaceleração da pandemia em Cubatão desde o pico de casos entre maio e junho.

Os índices foram calculados a partir dos gráficos preparados semanalmente pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica (SVE). Em 10 de setembro, data do levantamento, Cubatão registrava 6.479 casos.

Dessa forma, a cidade vem registrando uma desaceleração paulatina semana a semana. No período anterior foram 206 novos casos, representando 3,37% de aumento. Entre 20 a 26 de agosto, a variação foi de 5,80% (335 casos), isto é, em duas semanas o número de novos casos caiu pela metade.

Já entre 13 e 19 de agosto, o crescimento foi de 4,71% (260 casos), enquanto nas semanas anteriores a diferença estava quase três vezes superior: 7,27% entre 7 e 13 de agosto (374 casos) e de 7,52% entre 31 de julho a 6 de agosto (360 novos casos).

Segundo registros, o crescimento de casos positivos foi de 11,26% entre 24 e 30 de julho, 9,81% entre 17 e 23 de julho e de 18,82% entre 10 e 16 de julho. Ainda que a quantidade de casos suspeitos (921) possa alterar o quadro, as novas confirmações caem semana a semana.

Participe dos nossos grupos ℹ📲 http://bit.ly/COSTA7INFO 🕵‍♂ Informe-se, denuncie!

Letalidade

A letalidade segue em queda. Os 178 óbitos representam 2,75% do número total de casos. Na semana passada, o índice estava em 2,80% e em 2,85% na semana anterior. A letalidade de Cubatão mantém-se abaixo do índice nacional (3,10%) e do Estado de São Paulo (3,67%). 

Bairros

A divisão de casos entre os bairros também mantém o padrão verificado desde o início dos levantamentos semanais, com a Vila Nova com o maior número de casos e óbitos: 835 casos confirmados, entre os quais 23 óbitos.

Na faixa dos 500 casos estão: Jardim Casqueiro (559 casos, 15 óbitos), Vila Natal (559 casos, 13 óbitos), e Vila Esperança (542 casos, 14 óbitos). Jardim Nova República vem a seguir com 406 casos (12 óbitos).

Na casa de três centenas de casos encontram-se: Vila dos Pescadores (387 casos, 13 óbitos), Parque São Luís (323 casos, 9 óbitos) e Vila São José (311 casos, 13 óbitos).

Entre 200 e 299 casos estão: Fabril (279 casos, 4 óbitos), Jardim Costa e Silva (264 casos, 8 óbitos), Ilha Caraguatá (230 casos, 6 óbitos) e Jardim Real (212 casos, 6 óbitos).

Na casa da centena de casas, estão Parque Fernando Jorge (193 casos, 2 óbitos), Vale Verde (158 casos, 1 óbito), Jardim 31 de Março (140 casos, 5 óbitos), Jardim São Francisco (131 casos, 5 óbitos), Vila Paulista (107 casos, 3 óbitos) e Cota 200 (100 casos, 2 óbitos).

Entre 50 e 99 casos, figuram Ponte Nova (95 casos, 3 óbitos), Água Fria (64 casos, 4 óbitos), Costa Muniz (62 casos, 1 óbito), Centro (56 casos), Vila Couto (53 casos, 1 óbito) e Vila São Benedito (52 casos, 6 óbitos).

Entre 11 e 50 casos: Vila Santa Rosa (48 casos, 1 óbito), Pinhal do Miranda (47 casos, 2 óbitos), Vila Elizabeth (39 casos), Conjunto Afonso Schmidt (33 casos), Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (23 casos, 3 óbitos), Sítio Novo (23 casos, 1 óbito), Pilões (22 casos, 1 óbito), Vila Noel (21 casos, 1 óbito), Área Industrial (20 casos), Mantiqueira (19 casos), Cota 95 (13 casos) e Conjunto Rubens Lara (12 casos).

Os números seguem com Ilha Bela (10 casos), Jardim Anchieta (10 casos), Morro do Índio (6 casos), Vila Pelicas (4 casos), Conjunto Mario Covas (3 casos), Jardim São Marcos (3 casos), Morro do Pica Pau (2 casos) e Sítio Cafezal (2 casos). E, com 1 caso, Piaçaguera, e Vila CAIC. Do total, 50 casos não têm especificação de bairro. Devido à revisão contínua do banco de dados, é possível ocorrer variações ou alterações da localização de casos.