Há dezenove anos, com os ataques em 11 de setembro de 2001, o mundo nunca mais foi o mesmo. Naquela data, os Estados Unidos da América, a maior potência econômica, bélica e cultural do planeta foi atingida no coração. Bilhões de pessoas em todos os países pararam para ver a queda das Torres Gêmeas, em Nova Iorque.    

Os ataques aos Estados Unidos, além de deixarem a humanidade apreensiva, deram origem às guerras dos Estados Unidos contra Afeganistão e Iraque – guerras que destruíram os dois países. A caça a Osama Bin Laden, líder da Al-Qaeda, começou no governo de George W. Bush, naquele mesmo ano, e só terminou 10 anos depois, na gestão Obama, quando, de acordo com a versão oficial, uma equipe militar norte-americana o teria capturado e matado num esconderijo no Paquistão.

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A série de ataques suicidas contra os Estados Unidos foram geridos pela organização Al-Qaeda, liderada pelo saudita Osama bin Laden, em resposta à política externa no Oriente Médio, considerada desastrosa, do então presidente norte-americano, George W. Bush. Na manhã daquele dia, dezenove membros da Al-Qaeda sequestraram quatro aeronaves comerciais de passageiros. Dois dos aviões foram colididos contra as Torres Gêmeas, numa das imagens mais perturbadoras do século XXI.  

O terceiro avião sequestrado colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, na Virgínia. O quarto avião caiu em um campo aberto na Pensilvânia, a caminho de Washington, capital do país, depois dos tripulantes e sequestradores entrarem em confronto pelo controle da aeronave. Não houve sobreviventes em nenhum dos voos.

Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A maioria das vítimas eram civis. Entre os mortos, haviam cidadãos de 70 países.

Relatório do Instituto Watson de Assuntos Internacionais e Públicos, da Universidade Brown, calculou que a Guerra ao Terror, iniciada pelos EUA após os ataques,  matou mais de 500 mil civis. O relatório indica que entre 182.272 e 204.575 civis morreram no Iraque, 38.480 no Afeganistão e 23.372 no Paquistão.