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MPSP e Defensoria querem continuidade de distribuição de marmitas na capital

MPSPPublicado em 15/09/2021 às 18:15Atualizado há 15/09/2021 às 18:19
Reprodução (Reprodução)

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Fazer com que a Prefeitura de São Paulo mantenha o projeto Rede Cozinha Cidadã, com a distribuição de, no mínimo, 10 mil marmitas por dia a pessoas em situação de extrema vulnerabilidade é o objetivo de uma ação ajuizada nesta quarta-feira (15/9). A iniciativa é da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos em conjunto com a Defensoria Pública. 

Os autores da petição inicial narram que o projeto da prefeitura teve início em abril de 2020, como uma das medidas para enfrentar os efeitos a crise de saúde pública causada pela covid-19. Um ano depois, o programa estava funcionando em sua plena capacidade, com a distribuição de 10 mil marmitas diárias. Contudo, a partir de agosto deste ano, o Rede Cozinha Cidadã passou por reduções em sua abragência, sendo que a prefeitura prevê passar a distribuir, a partir do fim de setembro, apenas 800 marmitas.

A ação destaca que o serviço é de grande relevância e imprescindível à garantia da vida e da dignidade. "Assim, sua abruta interrupção demonstra o absoluto descaso do administrador público com a vida humana dos mais necessitados, em especial, as pessoas em situação de rua", diz a inicial.

Assinam a peça os promotores Anna Trotta Yaryd e Eduardo Valério, assim como os defensores públicos Davi Quintanilha Failde de Azevedo e Fernanda Penteado Balera.Fonte: MPSP

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