Manifestantes destruiram uma das unidades do Carrefour, em São Paulo, na noite desta sexta-feira, 20. O ato aconteceu em protesto a morte de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro, de 40 anos, que foi morto por dois seguranças brancos em uma unidade do supermercado em Porto Alegre.

 

Carros de clientes, a fachada da loja e seu interior, foram atingidos. Parte dos manifestantes se distanciou da marcha do Dia da Consciência Negra e foi ao mercado. Lideranças do movimento chegaram a pedir para não ter ataque ao local, sem êxito. 

 

O ato durou poucos minutos e até o momento não há informações de feridos.

 

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Nota oficial do Carrefour sobre a morte de João Alberto:

"O Carrefour informa que adotará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos neste ato criminoso. Também romperá o contrato com a empresa que responde pelos seguranças que cometeram a agressão. O funcionário que estava no comando da loja no momento do incidente será desligado. Em respeito à vítima, a loja será fechada. Entraremos em contato com a família do senhor João Alberto para dar o suporte necessário. O Carrefour lamenta profundamente o caso. Ao tomar conhecimento deste inexplicável episódio, iniciamos uma rigorosa apuração interna e, imediatamente, tomamos as providências cabíveis para que os responsáveis sejam punidos legalmente. Para nós, nenhum tipo de violência e intolerância é admissível, e não aceitamos que situações como estas aconteçam. Estamos profundamente consternados com tudo que aconteceu e acompanharemos os desdobramentos do caso, oferecendo todo suporte para as autoridades locais."