Desde 2018, Guarujá realiza a maior produção habitacional dos últimos 19 anos. A maioria das realizações integra o Projeto Enseada, que está em sua segunda fase. As primeiras 400 casas próprias foram entregues a famílias da comunidade do Cantagalo e Vila Baiana. 

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Somente o Projeto Enseada contempla um total de 1.060 moradias. Desde a primeira entrega, o prefeito Válter Suman destacou que o déficit habitacional do município é superior a 30 mil moradias, ainda segundo dados do último Plano Local de Habitação de Interesse Social (PHLIS), de 2009. 

Em 15 de julho deste ano, a prefeitura emitiu 15 alvarás de construção de mais 660 unidades habitacionais, todas para contemplar famílias previamente cadastradas. 

A obra é desenvolvida com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento – (PAC 2) e de contrapartida municipal, com parceria do Ministério de Desenvolvimento Regional/Caixa Econômica Federal. As obras habitacionais são por meio do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), da Secretaria de Estado da Habitação (CDHU e Casa Paulista) e Prefeitura de Guarujá, via Secretaria de Habitação (Sehab).

“Mesmo com todos os enfrentamentos vivenciados este ano, com a tragédia nos morros e a pandemia do novo coronavírus, a Administração Municipal, jamais se furtou a continuar buscando os investimentos necessários, para início ou retomada de obras habitacionais de interesse social. Oferecer moradia digna para centenas de famílias é algo fundamental para o desenvolvimento da cidade”, afirma o titular da Sehab.

Infraestrutura

Antes mesmo do início da construção dos novos apartamentos, a prefeitura já havia iniciado as obras da infraestrutura e urbanização no local, que incluem intervenções de redes de água e esgotamento sanitário; drenagem; pavimentação; energização e iluminação pública. Já foram realizados serviços do trecho da Rua 118 até a Rua Leonor da Silva Quadros.

Os recursos investidos nesta segunda fase do Cantagalo integram um pacote de recursos no valor de pouco mais de R$ 63 milhões, obtidos através da Caixa Econômica Federal, via Finisa – Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento.

Parte deste valor – cerca de R$ 26,47 milhões – tem sido utilizado para obras de infraestrutura urbana e o restante para produção habitacional, como por exemplo, o Parque da Montanha, cujas primeiras 180 unidades estão sendo entregues. Somados aos demais empreendimentos viabilizados pela Secretaria de Habitação, representam a maior produção habitacional da cidade em 19 anos.