Arquivo 19/05/2015--105

Redação
Publicado em 18/05/2015, às 21h00 - Atualizado em 23/08/2020, às 17h53

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24 anos Edição especial de emancipação de Bertioga 105 A matriarca Maria do Carmo Faustino de Oliveira e parte de sua grande família mília sempre muito atuante, que herdou a for do patrono e de sua matriarca. Maria do Carmo Faustino de Oliveira, a tão querida Mariazinha, nasceu há 80 anos, em uma casinha prxima ao sítio Santo Antônio. Aos 4 anos, foi para San - tos; regressou adulta e casou-se com Renato. O casal foi morar em uma casa de madeira, cons- truída pelo marido. Hoje, esta mesma casa foi reconstruída, em alvenaria, mas manta mes - ma característica da original. Renato pescava para o sustento da famí- lia e ainda fabricava barcos, enquanto os filhos brincavam no quintal. Tempos depois, além de pescador, passou a trabalhar como marinheiro. A filha mais nova, Ivete, uma das oito ir, conta: Meu pai fazia o cerco e outros pesca- dores mergulhavam para apanhar os peixes no fundo do mar. Seu fôlego era muito bom e os amigos até es- tranhavam, porque ele mergu- lhava e demorava a subir. Um exemplo típico de cai- a forte e respeitado, cujo nome está perpetuado em uma das ruas da cidade, a Renato Faustino, prxima ao Sesc, no bairro Rio da Praia. eixamos res e os frutos prosperaram em Bertioga. O que todos os primeiros moradores da vila tem comum são os valores, o respeito ao prximo, a união e educação, herdada pelos nossos pais, transmitidos aos filhos, netos e bis- netos, diz Ivete. Foto Arquivo familiar

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