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Redação
Publicado em 22/03/2018, às 11h49 - Atualizado em 23/08/2020, às 16h37

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Movimento contra transposição do Itapanhaú terá audiência pública dia 26

Bertioga

Estela Craveiro

Na próxima segunda-feira, 26, às 19h, será realizada, no Espaço Cidadão do Centro, audiência pública sobre a transposição de águas da bacia do rio Itapanhaú para o Sistema Alto Tietê. O encontro foi solicitado pelo deputado Alencar Santana, ex-líder do PT na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), em atuação conjunta com o Movimento Salve o Rio Itapanhaú, informou o historiador Cadu de Castro, membro a entidade.

Na manhã de quinta-feira, 22, ele se reuniu com o prefeito Caio Matheus, que confirmou sua presença e a de Marco Antonio Godoi, secretário do Meio Ambiente de Bertioga. Ao lado deles, devem sentar-se à mesa diretora o deputado Alencar; o deputado estadual Carlos Gianazzi (PSOL); e Nilto Tatto (PT), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Federal.

Os vereadores bertioguenses serão representados por Matheus Rodrigues (DEM), presidente da Comissão de Obras, Turismo e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Bertioga. Espera-se, ainda, as presenças dos prefeitos de Biritiba Mirim, Jarbas Ezequiel de Aguiar, e de Santos Paulo Alexandre Barbosa. Também convidado, Válter Suman, prefeito do Guarujá, ainda não confirmou presença.

Em nome da bancada da oposição, na Alesp, composta por PT, PSOL e PC do B, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) foi convocada, mas, até a manhã da quinta-feira, não havia confirmado participação de representantes da empresa. Também devem comparecer, entre outros, representantes de movimentos populares contra a termelétrica de Peruíbe, e contra a drenagem de resíduos tóxicos, para a cava subaquática no canal Piaçaguera, em Cubatão.

Os impactos decorrentes da pretendida transposição de águas, com volume diário de até 216 milhões de litros por dia, preocupam ambientalistas, principalmente, pela falta de estudos adequados de impacto ambiental, apontada pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), segundo Castro. Ainda de acordo com o Movimento, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) está na iminência de liberar a licença de instalação.

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