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Redação
Publicado em 19/01/2018, às 16h16 - Atualizado em 23/08/2020, às 16h24

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O Movimento Popular Salve o Rio Itapanhaú foi criado em dezembro com o objetivo de impedir a transposição e ganhou força após a liberação das obras pelo governador Geraldo Alckmin, em 5 de janeiro. Atualmente o grupo concentra cerca de 400 pessoas em dois grupos no aplicativo Whatsapp, mas não possui número exato de membros por ser aberto à população. Sem líderes, o movimento é considerado horizontal pelos membros. “Não temos um líder, mas somos todos organizadores das ações do grupo. Agimos em conjunto”, explicou o historiador Cadu de Castro, membro do grupo. De acordo com os membros, a reversão das águas do Itapanhaú pode causar um desequilíbrio ambiental relevante, acentuando os índices de salinidade da água nas áreas de manguezal e descompensando gravemente os ecossistemas locais. O movimento também afirma que é contraditório que se apropriem de um recurso tão importante da região, enquanto sistematicamente falta água nas casas bertioguenses. A primeira ação do grupo é um abaixo-assinado virtual com o tema “ Não à transposição das águas do rio Itapanhaú”. O documento tem como meta a captação de 5.000 assinaturas. Até o fechamento dessa edição, possuía 4.819. O abaixo-assinado é destinado ao governador Geraldo Alckmin e ao prefeito de Bertioga, Caio Matheus. A próxima ação do grupo é um Ato Pelo Itapanhaú, a ser realizado no sábado, 27, às 14 horas, na rua da Marina do forte, próximo à padaria do Manolo, na rodovia Rio-Santos próximo ao bairro Jardim Vicente de Carvalho. A manifestação acontecerá em terra e no mar e concentrará barcos de pesca e turismo, caiaques e pedestres.

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