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Redação
Publicado em 18/10/2018, às 07h12 - Atualizado em 23/08/2020, às 17h42

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Unifesp e prefeitura de Guarujá firmam convênio

Acordo proporcionará o desenvolvimento de programas e projetos voltados, principalmente, ao meio ambiente

Mayumi Kitamura

Assinatura de termo de cooperação técnica foi assinado na prefeitura, na manhã de quinta-feira, 18

Guarujá

Mayumi Kitamura

A pesquisa científica recebe destaque em Guarujá, desde a quinta-feira, 18. Um termo de cooperação técnica com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) permitirá o desenvolvimento de programas e projetos na cidade, voltados principalmente, ao meio ambiente. A reitora da Unifesp Soraya Soubhi Smaili esteve presente à cerimônia e reforçou o papel da pesquisa acadêmica para a sociedade. Disse ela: “Um momento como esse não sela só um acordo, que é assinado, mas uma parceria que já traz muitos frutos e que trará muitos mais adiante, e muito mais trabalhos que, certamente, beneficiarão a região na área ambiental, mais especificamente, falando, mas também no desenvolvimento humano e da cidade”.

Conforme comentado pelo secretário de Meio Ambiente de Guarujá Sidnei Aranha, a universidade federal já realiza um projeto com o município, de monitoramento costeiro, dirigido pelo professor Ronaldo Cristofoletti, em parceria com uma universidade da Inglaterra. No entanto, Odair Aguiar Júnior, vice-diretor acadêmico da Unifesp - campus Baixada Santista, explica que a assinatura do termo de parceria possibilitará aos gestores públicos a tomada de decisões baseadas no que há de mais avançado em técnicas científicas. Disse ele: “Como Guarujá tem uma grande área de proteção ambiental, temos uma grande necessidade de monitoramento desse ambiente de uma forma constante, e a universidade tem expertise para utilizar ferramentas para esse monitoramento, nas diferentes áreas do conhecimento, para que possamos prover para o poder público, ações baseadas no que há de mais moderno em conceito científico para que a decisão seja tomada com base científica”. Entre os projetos passíveis de ser realizados a partir dessa parceria, em estudo pela unidade, estão a transformação do óleo de cozinha em biodiesel e glicerina, prevenção à poluição no mar e erosão na praia. O secretário Sidnei Aranha explica que, inicialmente, a Unifesp deve desenvolver dois projetos. Ele detalhou: “Um é apresentar uma solução para os pescadores artesanais do Perequê. Sabemos que aqueles pescadores puxam barcos, fazem limpeza ali, por isso, precisamos da expertise, colocar ciência naquele procedimento. Os professores já estão cientes disso. Eles devem nos ajudar também na questão de encontrar um diagnóstico e um prognóstico para essa comunidade do Conceiçãozinha, que é a questão dos particulados no embarque dos graneleiros”. O prefeito Válter Suman destacou que a administração tem buscado, cada vez mais, firmar parcerias com universidades. “A universidade como um todo, no mundo atual, todas as decisões, quando fundamentadas em pesquisas, experiências bem consolidadas, trazem mais segurança, quer seja na área de meio ambiente, na área de educação, da saúde, então essas ações de proximidade, de assinatura de convênios, de cooperação, como o que acontece hoje com a Unifesp, para nós é revestido de grande importância”. Segundo o prefeito, os projetos inicialmente propostos devem começar a ser aplicados em aproximadamente um mês.

USP

Além do convênio com a Unifesp, em breve, Guarujá deve firmar parceria com outra renomada instituição pública de ensino, a Universidade de São Paulo (USP). A iniciativa foi adiantada pelo secretário de Meio Ambiente de Guarujá Sidnei Aranha. Está previsto para ser anunciado no dia 5 de novembro, a aplicação de um projeto de monitoramento atmosférico de emissão de poluentes do porto. Segundo detalhou, o controle será realizado pela USP, e os trabalhos devem iniciar no fim do ano. “Projeto similar no mundo só é realizado no Canadá. É um projeto pioneiro na América do Sul. Isso nos dá muito orgulho, os professores da USP vindo para cá”, finalizou. Entre os projetos passíveis de ser realizados a partir dessa parceria, em estudo pela unidade, estão a transformação do óleo de cozinha em biodiesel e glicerina, prevenção à poluição no mar e erosão na praia. O secretário Sidnei Aranha explica que, inicialmente, a Unifesp deve desenvolver dois projetos. Ele detalhou: “Um é apresentar uma solução para os pescadores artesanais do Perequê. Sabemos que aqueles pescadores puxam barcos, fazem limpeza ali, por isso, precisamos da expertise, colocar ciência naquele procedimento. Os professores já estão cientes disso. Eles devem nos ajudar também na questão de encontrar um diagnóstico e um prognóstico para essa comunidade do Conceiçãozinha, que é a questão dos particulados no embarque dos graneleiros”. O prefeito Válter Suman destacou que a administração tem buscado, cada vez mais, firmar parcerias com universidades. “A universidade como um todo, no mundo atual, todas as decisões, quando fundamentadas em pesquisas, experiências bem consolidadas, trazem mais segurança, quer seja na área de meio ambiente, na área de educação, da saúde, então essas ações de proximidade, de assinatura de convênios, de cooperação, como o que acontece hoje com a Unifesp, para nós é revestido de grande importância”. Segundo o prefeito, os projetos inicialmente propostos devem começar a ser aplicados em aproximadamente um mês..

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