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Redação
Publicado em 30/10/2018, às 13h38 - Atualizado em 23/08/2020, às 17h47

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Hospital dos Estivadores tem serviços ampliados

Santos

Da redação

O Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, já conta, a partir da terça-feira, 30, com dois centros cirúrgicos e mais 25 leitos de clínica médica, que atenderão pacientes SUS da cidade e de outros municípios da Baixada Santista. Conforme informado pela prefeitura de Santos, os centros cirúrgicos serão utilizados, principalmente, para operações de média complexidade, em que há maior demanda na rede municipal de saúde, como hérnia e varizes. Os pacientes serão encaminhados pela regulação de vagas municipal, para a consulta pré-cirúrgica, após a autorização da intervenção.

A divisão dos leitos de clínica médica será de 60% para pacientes inscritos pelas unidades de urgência e emergência, no sistema municipal de regulação, e 40%, para os inscritos pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), do governo do estado. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa anunciou: “A meta para os próximos 12 meses é abrir os 40% de leitos restantes do Complexo Hospitalar dos Estivadores”. De acordo com o diretor geral do Complexo Hospitalar dos Estivadores, Júlio César Massonetto, a abertura das vagas representa um aumento de aproximadamente 15% na oferta de serviços, principalmente, no atendimento a casos em que há mais prevalência na população, como doenças cardiovasculares, pulmonares e vasculares. Disse ele: “Estimamos realizar cerca de 60 cirurgias por mês, com potencial para duplicar e até triplicar essa quantidade com o tempo”.

Desde a terça-feira, o equipamento passou a contar com 131 leitos, dos quais 67 de clínica médica; dez, de UTI adulta; oito, cirúrgicos; 36, de maternidade; dez, de UTI neonatal; cinco salas de parto, pré-parto e pós-parto; dois centros cirúrgicos; e duas salas cirúrgicas obstétricas. A ampliação em etapas continuará até o hospital atingir a sua capacidade total, de 223 leitos.

Para esta etapa foram investidos R$ 400 mil dos cofres municipais. A manutenção do complexo custa cerca de R$ 5,6 milhões por mês. Destes, R$ 3,5 milhões são oriundos do estado, R$ 1,1 milhão do governo federal e R$ 1 milhão do município.

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