SOBLOCO

Iniciativa privada investe em obras para a educação em Bertioga

Sobloco acolhe pedido da prefeitura e contribui com reforma de escola estadual em São Lourenço

Marina AguiarPublicado em 01/09/2020 às 12:31Atualizado há 01/09/2020 às 12:32

Durante a pandemia, a educação teve de ser reformulada. As aulas passaram a ser virtuais e os alunos precisam ficar em casa. Em contrapartida, algumas cidades aproveitaram para acelerar as obras em prédios escolares. Em Bertioga, uma reforma aguardada pela população contribuirá para melhores condições de ensino na rede pública e municipal.

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Trata-se da reforma para a instalação da Escola Estadual Maria Celeste Pereira Leite no bairro São Lourenço, possível com o apoio da Sobloco Construtora, responsável pela implantação Riviera de São Lourenço.  A unidade estadual atende 468 alunos do ensino fundamental (5º a 9º ano) em um prédio dividido com a rede municipal, no qual funciona Emeif Governador Mario Covas Junior com educação infantil e fundamental.

O prédio no qual será instalada a escola estadual estava interditado por problemas estruturais. "A prefeitura usava o prédio como escola infantil e, por conta de umas rachaduras, estava fechado. Mas aqui tem pouca demanda, só 40 alunos. Como compartilhamos um prédio nosso com o estado, dentro da Riviera [EMEIF Mario Covas]. Colocaremos lá educação infantil e creche", explicou o secretário municipal de Educação, Rubens Mandetta.

Para Mandetta, a implantação de educação infantil e creche na Riviera vai atender a demanda das mães trabalhadoras que moram em outros bairros, mas querem ter seu filho próximo ao seu local de trabalho. "Lá vai funcionar a escola Mario Covas e a escola Miriam [Escola Municipal Miriam de Assis], que hoje funciona aqui em São Lourenço, vamos fazer as duas funcionarem lá. E aqui fica apenas a estadual, que tem alunos maiores, mais fáceis de locomover".

Segundo o engenheiro responsável da Sobloco, Paulo Velzi, o investimento da empresa vai atender os dois bairros. "O bairro de São Lourenço tem uma escola que estava praticamente abandonada e a escola da Riviera super lotada com rede municipal e estadual usando o mesmo espaço. Vai desafogar a Riviera. Vamos atender mais 468 crianças".

OBRA

A reforma vai recuperar o prédio existente e aumentar a sua área construída. De acordo com o diretor técnico da Sobloco, Nagib Anderaos, o projeto prevê a construção de duas novas salas de aula com 42m² cada, uma sala de professores, dois conjuntos sanitários para os alunos (masculino e feminino) e um pátio coberto com 130 metros quadrados. “A obra irá ampliar a capacidade de atendimento da edificação, que contava com 3 salas de aula e passará a ter 5 salas além de área de recreação coberta, dando grande conforto aos alunos”.

Para Juliana Devecchi Pinheiro de Souza, diretora da EE Maria Celeste, a história da escola está entrelaçada com a Sobloco desde o início, pois foi a própria empresa quem construiu as salas ocupadas pela EE Maria Celeste na Riviera em 2017. “Surgimos pela necessidade dos trabalhadores da Riviera de São Lourenço, tivemos a construção de salas de aula e sala de professores graças ao apoio da Sobloco e nunca ficamos sem assistência, desde a manutenção do prédio, a limpeza e poda da área externa da escola. Com certeza, são as crianças que mais ganham com essa parceria, pois conseguimos oferecer a elas um espaço mais acolhedor, organizado e um ensino de melhor qualidade”, afirma.

A diretora destacou também a contribuição que os Projetos Sociais da Riviera trazem aos alunos. “Além de contar com o apoio pedagógico da parceria com o Projeto Clorofila, meus alunos também participam das atividades do Programa Vida Saudável e da Fundação 10 de Agosto, e essa participação contribui muito com o desempenho escolar das crianças”.

“A Sobloco se preocupa com o desenvolvimento da cidade e investir em educação é uma de nossas prioridades”, afirmou Luiz Augusto Pereira de Almeida, diretor da Sobloco.  Em 2018, a empresa entregou ao município o Centro Comunitário Vila do Bem, em área de 27,5 mil m² com investimentos próximos a R$ 18 milhões, face a um acordo judicial feito com o Ministério Publico Estadual. “O acordo foi feito visando entregar ao município equipamentos voltados ao bem estar da população”, complementou.

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