SAÚDE ORGANIZACIONAL

Por que as empresas estão cuidando da saúde financeira dos seus colaboradores?

A saúde dos colaboradores deve ser prioridade sempre, especialmente em tempos onde os transtornos mentais têm afetado a população de forma significativa.

IGNITEPublicado em 26/01/2021 às 17:25Atualizado há 27/01/2021 às 09:00
 (Shutterstock)

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Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas, com idades variadas, tenham depressão. A enfermidade é a principal causa de incapacidade no planeta e é possível que, por volta de 2030, se torne literalmente a doença mais comum.

De mãos dadas com a depressão, anda outro transtorno: a ansiedade, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, desde 2017 o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo. Antes da quarentena, tínhamos 19 milhões de ansiosos. 

Estima-se que o número tenha aumentado bastante por conta da pandemia, mas ainda não temos informações concretas sobre isso.

Doenças de ordem mental têm sido responsáveis pelo afastamento de profissionais de suas funções já há alguns anos. Ambientes de trabalho pouco saudáveis, onde há cobrança desmedida e comunicação agressiva, têm sido apontados como uma das causas para o aumento de pessoas física e mentalmente esgotadas.

Torna-se fundamental, tanto para preservar a qualidade de vida das pessoas quanto na saúde dos colaboradores, construir um espaço onde os colaboradores possam interagir de maneira respeitosa e produzir sem grandes dificuldades.

Benefícios corporativos e uma boa cultura organizacional resolvem boa parte do problema. Outro caminho para o sucesso? Colaborar para a organização financeira dos funcionários e estimular a saúde do bolso.

Quer entender o motivo disso? Falaremos mais sobre o assunto a seguir. 

Estresse financeiro: o que é?

O estresse é uma reação natural do corpo humano: ela se manifesta quando estamos diante de situações de perigo e precisamos reagir. Quando passamos a identificar boa parte da nossa rotina como uma situação de perigo, no entanto, somos submetidos a uma carga alta de estresse.

A condição pode, além de promover intenso nervosismo, prejudicar a nossa clareza mental, gerar agressividade, causar oscilações de humor ou letargia e até mesmo engatilhar transtornos de ordem mental - como os que já falamos por aqui.

O estresse financeiro está ligado ao receio de passar por situações de escassez, à dificuldade de fechar as contas no final do mês, ao acúmulo de dívidas, entre outras coisas similares.

Visto que é preciso ter dinheiro para manter a vida fluindo, a ausência de estabilidade provoca problemas na vida profissional e pessoal, impactando as relações do trabalhador com a sua família e cônjuge de formas profundas.

Como evitar o estresse financeiro?

O primeiro passo é: apostar em planejamento. Quem não tem controle do quanto gasta mensalmente nunca conseguirá ter uma reserva de emergência ou algum investimento para o futuro, como um plano de previdência.

O mais indicado é anotar, de forma extensa, os gastos fundamentais - aluguel, média dos valores de luz e água, contas de telefone, internet, escola dos filhos, etc -, somá-los e, então, diminuí-los do salário. O dinheiro que sobrar não deve ser visto como, de fato, uma sobra: ele é uma possibilidade.

Não se trata de desistir de atividades de lazer ou de um jantar com a família em um bom restaurante: planejar é, apenas, abrir mão daquilo que é supérfluo e não precisa ser resolvido naquele momento. Se pode ficar para depois, é sábio deixar para depois.

As empresas sabem da importância de cortar custos visando um bem maior. Frequentemente, reajustam tarefas cotidianas para precisarem de cada vez menos recursos: assim, o dinheiro que não é gasto vira um investimento em infraestrutura, na formação dos funcionários, entre outras coisas.

Formando funcionários financeiramente responsáveis

Quando falamos sobre formação dos funcionários, nos referimos tanto à parte mais óbvia, que é o investimento com cursos de pós-graduação, workshops e similares, quanto à “formação extra”, mais voltada para o desenvolvimento pessoal e para a promoção da qualidade de vida.

Com o intuito de diminuir o estresse financeiro, as empresas têm se dedicado a contratar palestrantes e estudiosos de economia e finanças, para que estes possam auxiliar os trabalhadores em seu processo de reorganização.

Além disso, não é incomum que o incentivo a investimentos, como a já citada previdência privada, seja oferecido como benefício aos funcionários registrados. 

Uma vez que fica clara a vantagem de guardar um valor para a posteridade, seja para ter uma aposentadoria mais plena, para realizar um sonho específico ou para criar uma boa reserva, poupar dinheiro para investir torna-se um prazer e não uma dificuldade.

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