Aprender a organizar as finanças é possível a partir de https://www.capitalresearch.com.br/blog/investimentos/melhores-cursos-sobre-investimentos/ . Existem muitas minúcias que podem ser aprendidas também através de vídeos de especialistas, geralmente disponibilizados no YouTube, e, claro, por meio de artigos.

Além de entender um pouco mais sobre os termos utilizados no mercado financeiro, vale também expandir os horizontes e ficar por dentro das novidades tecnológicas que têm alterado a nossa forma de lidar com processos burocráticos, seguros e similares.

Neste material, falaremos um pouco mais sobre as insurtechs, que têm chamado bastante atenção. Se você gostaria de entender sobre o assunto, fique por aqui.

Podemos dizer que as seguradoras são companhias que oferecem ao cliente a possibilidade de, mediante pagamento, proteger-se de possíveis acidentes e circunstâncias.

É possível fazer seguro de bens diversos, como automóveis e imóveis, mas não só: há empresas especializadas em seguros de vida, por exemplo.

Os termos do compromisso são estabelecimentos em um documento, chamado apólice de seguro, que deve ser lido cautelosamente na hora do aceite do contrato.

No Brasil, as seguradoras são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que também controla os mercados de capitalização e previdência complementar aberta.

O termo deriva da junção das palavras insurance (seguro) e technology (tecnologia) e diz respeito às empresas e ferramentas tecnológicas que foram desenvolvidas para atuar no setor de seguros. 

Quando falamos de Insurtech, nos referimos aos aplicativos, softwares e similares que foram criados para atualizar o processo tradicional de contratação ou acionamento do seguro.

Assim como as fintechs, que vieram para transformar a nossa forma de lidar com bancos e procedimentos financeiros na web, as insurtechs têm atuado para estreitar as relações com clientes, permitir atendimento veloz (geralmente 24h por dia, 7 dias por semana) e descomplicar todo o processo de contratação.

As insurtechs têm algumas características particulares. Entre elas, podemos citar:

Aumento da autonomia do usuário, que pode ler e entender mais sobre os seguros disponibilizados e fazer a sua decisão sem pressa, de forma mais esclarecida;

Estrutura leve, geralmente composta por um grupo coeso e de pequeno porte de especialistas;

Estrutura segura e de fácil acesso, em ambiente virtual;

Foco nas soluções - como já comentamos, a experiência do consumidor vem em primeiro lugar;

Criação de dispositivos que podem ajudar não apenas no acesso do usuário à plataforma de seguros, mas ao acionamento da equipe, na escolha do seguro ideal, etc.

Assim como outras iniciativas pautadas em soluções digitais, o insurtech se apoia na chamada Internet das Coisas (IoT), responsável por fazer a conexão e a troca de informações entre múltiplos dispositivos, geralmente em tempo real.

Isso permite, por exemplo, que seja possível fazer o rastreamento de veículos roubados, monitorar localizações e atividades registradas em smartphones e wearables diversos, entre outras coisas.

Felizmente, não. Empresas que se encaixam nesta categoria podem atuar em parceria com seguradoras, permitindo que os clientes tenham planos mais adequados aos seus perfis, agilizando a obtenção de novos contratos e tornando o atendimento personalizado, inteligente, qualificado.

Há aplicativos que permitem ao usuário fazer uma pesquisa extensa sobre os tipos de seguro existentes no mercado, solicitar orçamento e fechar negócio em poucas horas.

Alguns bancos digitais, por sua vez, também tem dado aos clientes a possibilidade de contratar, pelos seus aplicativos oficiais, não apenas seguros para negócios, imóveis ou bens diversos, mas investimentos.

A tendência é que, com o passar do tempo e o aumento da percepção de que utilizar bancos digitais é seguro (afinal, há muito receio sobre as plataformas na nuvem, que são erroneamente vistas como desprotegidas), mais pessoas passem a explorar as potencialidades oferecidas.

As seguradoras podem e devem manter os olhos abertos, para que possam embarcar em um processo que, certamente, promoverá mudanças significativas no mundo dos seguros.

Um exemplo prático: comentamos há pouco sobre a internet das coisas. Pois bem: há seguros residenciais que contam com tecnologia avançada, capaz de verificar, à distância, se é preciso enviar ajuda especializada ao local segurado.

Isso não é tudo: alguns seguros de automóveis fazem o monitoramento dos quilômetros rodados, guardam histórico de manutenção e verificam a localização do veículo. Assim, caso algo saia muito do padrão, é possível acionar o usuário e obter informações.