VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Casos de violência contra a mulher e estupro de vulnerável preocupam a região

Segundo estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo crimes de estupro de vulnerável cresceram 90% em uma cidade da Baixada Santista

Da redação
24/05/2021 às 11:22.
Atualizado em 25/05/2021 às 10:01
 (Pixabay)

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A matéria que você está tentando acessar foi retirada do ar para preservar a vítima e manter a investigação policial em sigilo. 

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No início do mês, uma menina de 13 anos pediu ajuda para a mãe após gravar um vídeo no momento em que era estuprada pelo padrasto em Praia Grande. O registro, feito em 5 de maio, mostra o padrasto praticando o crime de estupro contra a criança.

A jovem relata que os abusos começaram quando ela tinha apenas sete anos de idade. O autor do crime influenciava a criança a masturbá-lo, alegando que ela estaria brincando de cosquinha. Para abusar da criança, o estuprador aproveitava-se da ausência da mãe, que trabalha como porteira em dias alternados, e ainda manipulava a vítima: “Dizia que aquilo era o segredo deles e que ela não poderia contar para a mãe”.

Também em Praia Grande, uma mulher passou por momentos de terror em sua casa. Ela foi agredida pelo ex-marido, de 64 anos, com pancadas na cabeça e alicate nas costas. De acordo com o boletim de ocorrência realizado pela vítima no dia 19 de maio, o autor do crime acha que ela tem vários casos amorosos e, mesmo estando separados há dois anos, ele invadiu a casa para agredi-la.

A vítima foi parar no postinho público por causa de hematomas e marcas de alicate. Após receber atendimento médico, ela foi medicada e teve que tratar as feridas por cerca de uma semana. “Ele me agrediu por achar que eu tenho caso com outros homens e por toda vida achou isso, mesmo separados”, reforçou a vítima.

Os estupros de vulnerável aumentaram em 90% em Praia Grande. Um comparativo feito com base nos primeiros trimestres de 2021 e 2020, mostra que a pandemia trouxe consequências graves para a região.

A delegada de Defesa da Mulher de Praia Grande, doutora Lyvia Cristina, afirmou que o aumento de casos "pode ser atribuído não somente a pandemia, que faz com que as pessoas fiquem mais em casa, mas também a maior divulgação dos meios de acesso para fazer a denúncia, a acessibilidade desses meios (disque 100, boletim de ocorrência eletrônico, entre outros) e as campanhas de incentivo às vítimas".

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