Uma moradora flagrou um registro incomum na praia de Vila Mirim, em Praia Grande (SP): uma caravela-portuguesa viva na beira do mar. O aparecimento desses organismos tem se tornado frequente na região. No entanto, é comum vê-los mortos na faixa de areia. 

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A caravela-portuguesa viva representa sério risco à saúde de banhistas, pois possui forte um forte veneno, muitas vezes comparado com o da aranha viúva-negra. Ambos provocam fortes dores e queimaduras que podem ser até de terceiro grau. Deve-se evitar chegar perto no caso de avistar uma.

Ela é um organismo pluricelular, composto de quatro pólipos, ou zooides diferentes, formando uma colônia. Esses pólipos não sobrevivem separados.

O encalhe dessa espécie é comum quando os ventos estão direcionados à costa, já que elas apenas flutuam e não nadam.

O nome comum da Physalia physalis vem do formato da parte flutuante, que é parecido com um chapéu usado pelos marinheiros medievais portugueses e também com o formato das caravelas , razão pela qual foi apelidada de caravela-portuguesa.

*Com informações do Instituto Biopesca