Sara Winter é solta, mas não poderá se aproximar do STF ou Congresso

A ativista está utilizando uma tornozeleira eletrônica e também terá horário para sair às ruas

Da Redação
Publicado em 29/06/2020, às 10h24 - Atualizado em 23/08/2020, às 23h51

- Reprodução/Internet


A ativista e líder do grupo "300 do Brasil", Sara Fernanda Giromini, conhecida como "Sara Winter", foi liberada, sob o uso de uma tornozeleira eletrônica, na última quarta-feira, 24, da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a Colmeia. 

Sara Winter está proibida de frequentar determinados locais, assim como terá horário máximo estipulado para estar na rua. Caso as normas estipuladas pelo Judiciário não sejam respeitadas pela ativista, Sara poderá ter a prisão preventiva decretada.

Durante uma coletiva de imprensa, Sara comentou sobre o grupo "300 do Brasil" e seus objetivos: “Os princípios dos 300 do Brasil são a recuperação da soberania nacional, plena tripartição de poderes, respeito ao pacto federativo, extermínio da corrupção e criminalização do comunismo. Não tem nada mais democrático do que a nossa carta de princípios”, declarou a ativista", declarou a ativista.



"Nunca estive em qualquer manifestação em qualquer Quartel General. Não somos intervencionistas e somos contra intervenção militar. Pra ser parte dos 300, a pessoa tem que aceitar termos pra entrar na militância. Não acreditamos em intervenção militar”, completou Sara Winter.