Prefeitura de Bertioga e ABD realizam 1º Encontro sobre Dislexia no dia 12

Costa Norte
Publicado em 07/09/2012, às 07h07 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h07



A Secretaria da Educação e Desenvolvimento Cultural de Bertioga, em parceria com a ABD (Associação Brasileira de Dislexia), realizam na próxima quarta-feira (12), o 1º Encontro sobre Dislexia. As inscrições, destinadas aos professores da rede municipal de ensino estão abertas na Secretaria da Educação. O evento, que será dirigido pela coordenadora administrativa da ABD, a psicopedagoga Roselaine Margaretti, será realizado no salão municipal anexo à Secretaria, em dois períodos: das 9h às 10h30, para professores que lecionam à tarde, e das 13h às 14h30 para aqueles que lecionam de manhã. São oferecidas 30 vagas por período.

Serviço As inscrições ficam abertas até dia 11, das 9h às 16h, na própria Secretaria da Educação, no Paço Municipal( rua Luiz Pereira de Campos, 901, Vila Itapanhaú), com as professoras Rachel e Emerenciana.

O que é A dislexia caracteriza-se por uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração. Costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado. O problema pode se apresentar quando uma criança saudável, inteligente, com estímulos sócio culturais adequados e sem problemas de ordem sensorial ou emocional, tem uma dificuldade acima do comum em aprender a ler.



Ideal O ideal é realizar o diagnóstico da dislexia o mais cedo possível, para amenizar ou evitar um comprometimento social e emocional do indivíduo ao longo da sua vida e, ainda, minimizando os aspectos da dificuldade de aprendizagem. O disléxico não é deficiente, é diferente.

Melhor Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, melhor para os pais, escola e à própria criança, que poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada. Mas, se houver passado pelo processo de alfabetização, o diagnóstico será apenas de uma ‘criança de risco’.