Costa Norte
Publicado em 09/08/2013, às 13h46 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h20
“A divulgação dessa lei é muito importante. Precisamos fortalecer ações como essas para mostrar às mulheres vitimizadas que existe um instrumento de proteção que garante a elas segurança. Fico feliz em saber que está valendo a pena. O resultado da ação foi um sucesso. Saiu como o esperado”. A declaração é da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM), Lúcia Campos, referindo-se à realização do pedágio de divulgação dos sete anos da Lei Maria da Penha (11.340/2006). A ação aconteceu na manhã da segunda-feira (5), no semáforo entre a avenida Anchieta e rua Rafael Costábile, onde foram distribuídos, 800 panfletos explicativos, que marca os sete anos de aniversário de aplicação da lei. “Essa foi a terceira vez que realizamos o pedágio. Tenho certeza que hoje contribuímos um pouco mais com a divulgação dessa lei no município. As pessoas apoiaram. Quem recebeu o panfleto elogiou e perguntou sobre como funciona a lei”, completou Lúcia, lembrando sobre o disque 180, número de atendimento às mulheres vitimizadas.
Mulheres aprovam Elivande Pereira passou pelo pedágio e elogiou a iniciativa. “Acho essa lei muito importante. Ela precisa ser divulgada. É um importante instrumento de proteção das mulheres. Parabéns pela iniciativa”, disse. Para a moradora do Jardim Ana Paula, Eliete Pereira, a Lei Maria da Penha ainda precisa ser fortalecida. “Acho que a lei deveria ser agilizada. Ela precisa ser para valer. A mulher denuncia e a proteção não pode demorar para acontecer”, salientou. Iramar Alves, moradora do Maitinga, acha que as mulheres vitimizadas devem denunciar a violência. “Elas não podem ficar caladas. Essa lei é muito importante. Um instrumento de proteção, que as mulheres devem utilizar,” frisou.