INTS esclarece episódio da criança natimorta no Hospital de Bertioga

Mulher de 26 anos, até então grávida, foi ao hospital municipal após fortes dores na barriga

Matheus Alves
Publicado em 03/07/2020, às 09h56 - Atualizado em 23/08/2020, às 23h56

INTS celebra 11 anos de atuação nas áreas de saúde e inovação - Divulgação


Verônica Lima Serafim, de 26 anos, perdeu a sua filha, um bebê, que morreu ainda em sua barriga, uma criança “natimorta”, termo utilizado para descrever bebês que morreram no útero da mãe ou durante o nascimento. Caso ocorreu nesta segunda-feira, 29, no Hospital de Bertioga.

Segundo a INTS, no dia 28/06 a paciente foi atendida pela ginecologista do Pronto Atendimento municipal, que fez a avaliação e verificou-se que a mesma estava estável, não apresentando contrações ou dilatação. Foi realizado o exame de cardiotocografia que não apresentou nenhuma anormalidade e solicitado Ultrassom Obstétrica, sendo orientada a retornar no dia seguinte para realização do exame.

Ao regressar no dia seguinte ao Hospital de Bertioga, Maria Gabrielle, nome dado a bebê, já estava morta.



Para a retirada do corpo de Maria Gabrielle, foi orientado o parto normal, isso porque, segundo declaração da INTS, todo caso de óbito fetal tem como via de parto preferida o normal, pois ocorre menos sangramento e a chance de atonia (quando o útero não contrai no pós-parto) é menor.