Costa Norte
Publicado em 04/07/2014, às 12h55 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h32
A partir de agosto, as 26 escolas municipais da cidade passarão a contar com um serviço exclusivo de reforma e manutenção, por meio de três equipes permanentes, supervisionadas por um engenheiro. A verba, de R$ 170 mil/mês, é proveniente da Secretaria de Educação, segundo o responsável pela pasta, Ivan de Carvalho. A medida faz parte do novo sistema de manutenção preventiva e corretiva de instalações prediais no município, para o qual foi contratada a empresa Monte Azul, vencedora da licitação. Serão sete equipes, compostas por nove profissionais, dos quais um pedreiro; um eletricista; um encanador; cinco auxiliares de serviços gerais; um motorista; e um engenheiro, ao custo global de R$ 3.165.000.00 por ano. Desse total, R$ 2.101.858,92 serão pagos pela Secretaria de Educação, e R$ 1.063.141,08 pela Secretaria de Administração e Finanças. Devido a grande demanda das escolas, a Secretaria de Educação foi priorizada com três equipes próprias. Há cerca de dois meses, foi realizado um levantamento da situação predial das 26 unidades educacionais do município, quando foram apontadas as principais necessidades de cada uma delas. Segundo Ivan de Carvalho, todas as solicitações serão atendidas mediante um cronograma de serviços, tais como problemas de elétrica, hidráulica, alvenaria e de pintura. Ainda segundo Ivan, também será criada uma rotina de manutenção nessas áreas: “Periodicamente, as equipes percorrerão as escolas, utilizando uma listagem para verificação prévia”. O trabalho não prevê obras estruturais ou de ampliação de unidades escolares. Ivan citou alguns setores prioritários das unidades escolares. “Os problemas nos prédios escolares são relativamente comuns. Um exemplo é o problema da falta de sistema de proteção de descargas atmosféricas (para-raios), em função de vários furtos e roubos. Também temos a preocupação com a qualidade da água. O foco é a compra de todos os filtros, a revisão de todos os reservatórios de água, para ver se não têm infiltração. Todas as medidas visam a segurança e a qualidade da edificação, para dar melhores condições aos professores, alunos e a toda população”, afirmou. O secretário acredita que, a partir do início das atividades, em seis meses, a população já sentirá os efeitos dos serviços. Ele disse: “Uma primeira passagem será para atacar os principais problemas; uma segunda, para a gente efetuar o que efetivamente não se fez na primeira e, pontualmente, algumas coisas específicas. As obras com maior intervenção, como telhado, serão feitas após o período letivo, em janeiro, por exemplo. Eu acredito que estamos indo ao encontro do grande clamor da população”.