Violência contra mulher: estupro no Guarujá e protesto em Santos

De um lado, em Guarujá, um horrível caso de feminicídio, de outro, em Santos, moradores pedindo justiça

Da Redação
Publicado em 10/11/2020, às 10h48

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Moradores promoveram uma manifestação na tarde deste domingo, 8, na Praça da Independência, no Gonzaga, em Santos, pedindo justiça para casos de mulheres violentadas, como no caso da influenciadora digital Mariana Ferrer, que acusa o empresário André de Camargo Aranha de estupro em um clube de luxo há dois anos. A absolvição do réu gerou revolta e mobilizou internautas durante toda a semana com protestos virtuais.

Cerca de 200 manifestantes marcaram o protesto pelas redes sociais para pedir um tratamento mais justo por parte da Justiça para as vítimas de crimes sexuais. "Justiça por Mari", "Excelentíssimo, estou implorando por respeito", "Não é sobre ela! É sobre todas nós!", "Vestida ou Pelada, quero ser respeitada" e "A única prevenção do estupro é controlar o estuprador" foram algumas das faixas e cartazes mostrados pelas participantes durante a manifestação.

Caso em Guarujá



Uma jovem, de 25 anos, foi encontrada morta em uma casa abandonada em Guarujá. Segundo a Polícia Civil, nesta segunda-feira, 9, o corpo de Iris Luccas Santos foi encontrado com um fio de antena de TV enrolado no pescoço. A autoria do crime ainda é investigada. A PM informou que havia indícios de que a jovem foi estuprada.

A Polícia Militar afirmou que foi acionada por meio do Centro de Operações e Atendimento da PM (Copom) por conta de uma denúncia que informou que uma mulher poderia ter sido vítima de homicídio perto de um baile funk, no bairro Vila Edna.