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Foto: Recebido Via WhatsApp

Dono de cassino clandestino é morto à tiros em Santos

Ele era réu de processo de tentativa de homicídio; vítima foi executada com dois tiros na cabeça


05 de abril de 2019 às 15:41
Por Da Redação

O empresário e proprietário de uma casa de jogos ilegais, Wassim Abdouni, foi executado com dois tiros, na manhã desta sexta-feira, 5, no bairro da Pompeia, em Santos. Ele chegou a ser resgato pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para a Santa Casa de Santos, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima de 40 anos era acusada de explorar caça-níqueis e também de tentativa de homicídio. 

De acordo com testemunhas, por volta das 6h30, na esquina da rua Euclides da Cunha com Pernambuco, a vítima caminhava em direção ao seu veículo importado Mercedes-Bens GLA vermelho, quando foi abordado pelo criminoso encapuzado, que disse “não falei que ia te pegar?”. Em seguida, o homicida efetuou os disparos em direção a cabeça de Wassim e fugiu em um carro tipo sedan de cor prata. Após a crime, a Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima ainda viva, caída no chão. 

Ele foi socorrido e levado até a SCS, onde foi contatado o óbito. No local da execução, as autoridades encontraram duas cápsulas de munição de calibre 38, que foram apreendidas, bem como o carro da vítima. O caso foi registrado no 7º Distrito Policial de Santos e segue sob investigação da Polícia Civil. 


Acusado de tentativa de homicídio


Wassim respondia criminalmente por um atentado contra a vida do chefe de gabinete do ex-vice-prefeito de São Vicente, Humberto de Araújo Santiago, que ocorreu no dia 11 de agosto de 2016, em São Vicente. Segundo a denúncia do Ministério Público, ele teria oferecido R$ 30 mil a um soldado da Polícia Militar e um segurança da extinta boate Juá para realizar a execução do homem. O empresário é ex-sócio da casa noturna, na Ilha Porchat, em São Vicente. A motivação da tentativa de homicídio seria o fechamento da boate, que aconteceu por falta de documentação, mas que o empresário insistia em dizer que era porque não pagou propina.


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