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Política

Prefeitos da Baixada discutem problemas na Saúde com Temer


12 de julho de 2017 às 11:00
Por Costa Norte
Encontro, definido no final da noite de terça-feira, precede audiência com o ministro da Saúde, Ricardo Barros


O presidente Michel Temer recebe nesta quarta-feira, 12, às 15 horas, os prefeitos e deputados da Baixada Santista para tratar dos problemas da Saúde na região. O encontro, definido no final da noite de terça-feira, 11, precederá a audiência que já estava marcada com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, às 19 horas, para tratar do mesmo assunto: os problemas do subfinanciamento da Saúde.

Conforme estudo apresentado na última reunião do Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista) pela R. Amaral & Associados – Consultoria, Pesquisa e Análise de Dados, os nove municípios da região receberam, em um ano, R$ 242 milhões de verbas SUS e ainda assim acumularam déficit de R$ 100 milhões. O estudo aponta também que, a cada 100 internações feitas na região de São Paulo, 47 são bancadas pelo estado. Já na Baixada Santista, o número cai para 15 a cada 100 internações. A comitiva aponta que o repasse para o setor, por morador da Baixada Santista, é o menor entre todas as demais regiões metropolitanas do estado.

Os números do levantamento e de outras estatísticas apontam a defasagem da Saúde, por isso a comitiva da Baixada Santista reivindicará providências do presidente da República e do ministro da Saúde.

Além dos prefeitos e representantes dos nove municípios, participarão dos encontros os deputados federais da região, Beto Mansur (PRB-SP), João Paulo Papa (PSDB-SP) e Marcelo Squassoni (PRB-SP).

Ainda nesta quarta-feira, às 19 horas, a comitiva será recebida pelo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a pedido do deputado Papa a partir de uma solicitação do Condesb.

O deputado peessedebista destacou a necessidade do encontro. Disse ele: “Nesse momento em que a Baixada Santista vem sofrendo com a redução da oferta de leitos, é preciso trabalhar para a reabertura de hospitais e maternidades, fechados nos últimos anos, sobrecarregando algumas cidades e comprometendo a qualidade dos serviços”.

Foto: Marcos Corrêa/PR/Fotos Públicas


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