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Foto: Reprodução/AFPESP

Associados reclamam de nova taxa da AFPESP

Nesta quarta-feira, 20, será realizada reunião para dar entrada em uma ação coletiva contra a entidade


19 de março de 2019 às 15:28
Por Da Redação
Foto: Reprodução/AFPESP

Foto: AFPESP-Audiovisual

Uma nova taxa implantada pela Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) tem causado revolta e manifestação nas redes sociais por parte dos associados. Desde o dia 1º de março, eles relatam que entrou em vigor a portaria 07/2019, que estabelece cobrança para o uso das piscinas das unidades de lazer. 


Conforme consta no documento datado de 22 de fevereiro, e afixado nas unidades, ficou definido a associados que não se hospedarem, a cobrança de R$ 30 por adulto e de R$ 15 para crianças. Os afiliados consideram a cobrança abusiva, pois já pagam taxas associativas descontadas direto na folha de pagamento. 


Na própria página da associação no Facebook, as reclamações indicam a falta de publicação sobre a medida; a falta de justificativa aos associados; o preço cobrado para hospedagem; a ausência de assembléia para discutir a mudança; entre outros.


Entre as pessoas revoltadas com a taxa está Alexandre dos Santos, de Guarujá, associado há oito anos na AFPESP. Ele conta que, além da taxa, o decreto aumentou também o valor da alimentação e estabeleceu horários para o uso da piscina a associados não hospedados. Segundo alega, todas essas mudanças foram estabelecidas sobre relatórios falsos passados da unidade para a diretoria da AFPESP. 


Por isso, na quarta-feira, 20, às 15 horas, será realizada uma reunião entre associados na Câmara de Guarujá para discutir o ingresso de uma ação contra a entidade, por cobrança abusiva. Qualquer associado interessado em participar da ação coletiva pode participar do encontro. 


AFPESP

A associação foi procurada para comentar algumas reclamações, e afirmou que a portaria foi implantada "para garantir a segurança das pessoas, regulamentando o uso de piscinas em funcionamento nas Unidade de Lazer da AFPESP, utilizadas, preferencialmente, por associados hospedados". 


Segundo a entidade, a discussão sobre a portaria não cabe a uma assembleia aberta a todos, por ser de competência da Diretoria Executiva. Além disso, afirmou que a comunicação é realizada nas próprias unidades com piscina, por meio do documento afixado; no site e redes sociais.


Questionada sobre a base de cálculo utilizada para a cobrança, a AFPESP afirmou que a "controladoria estimou custos de manutenção daquelas dependências, tendo por base a diária já estabelecida para os associados hospedados". Ainda, destacou que os valores estabelecidos para diárias de hospedados não computava até então os custos adicionais pelo uso de associados visitantes. 


Sobre o pedido dos associados, de revogação da portaria, a associação afirmou não analisar esta possibilidade, e que a "decisão foi tomada pela unanimidade dos integrantes da Diretoria Executiva, após debates e com apoio em estudos técnicos internos".

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