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Nas fotos, praia do Perequê, em Ilhabela, uma das que teve o fornecimento de água das duchas cortado
Nas fotos, praia do Perequê, em Ilhabela, uma das que teve o fornecimento de água das duchas cortado Foto: Reginado Pupo

lhabela está em “estado crítico” por falta d´água

Alguns bairros localizados em regiões mais altas, como Barra Velha e Carijós estão sem água há ao menos cinco dias


05 de janeiro de 2019 às 17:39
Por Vanessa Ortiz

Sem fornecimento de água desde o Réveillon, diversos moradores e turistas em Ilhabela estão buscando alternativas para superar o problema, principalmente pelo fato de a região registrar altas temperaturas neste verão. 


Alguns bairros localizados em regiões mais altas, como Barra Velha e Carijós estão sem água há ao menos cinco dias. Nas redes sociais, moradores relatam que o problema atinge praticamente todos os bairros da cidade.


Segundo a Sabesp, o problema é resultado do grande consumo do produto durante a última semana.


A cidade possui cerca de 35 mil moradores, mas desde o Réveillon, vem recebendo a visita de ao menos meio milhão de pessoas, que chegaram em 120 mil carros pelas balsas que fazem a travessia do continente. Mesmo assim, é possível ver turistas lavando carros e calçadas.


A situação fez o prefeito Márcio Tenório (MDB) determinar o corte de água das duchas existentes em diversas praias de Ilhabela. 


A situação se agravou nesta madrugada, 5, segundo a Sabesp, quando uma forte chuva atingiu a cidade e que prejudicou a qualidade da água do principal manancial de abastecimento do município, o Água Branca, provocando baixas no sistema de produção e distribuição de água tratada que estava praticamente recuperado.


A empresa reconhece que a situação em Ilhabela é “crítica”, pois os mananciais estão com os parâmetros de cor e turbidez elevados, sendo necessário paralisar o tratamento.


Neste momento os reservatórios ainda conseguem abastecer os imóveis das áreas inferiores e planas de Ilhabela, mas os imóveis localizados em cotas mais elevadas deverão sofrer com baixa pressão e possível desabastecimento.


A Sabesp disse que está com oito caminhões pipas para atender as emergências, dando prioridade às instituições públicas, como hospital e postos de saúde.

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