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Foto: Eduardo Saraiva/PMS

Hospital dos Estivadores ganha dois centros cirúrgicos e mais 25 leitos

Melhorias no complexo atenderão a pacientes SUS de Santos e outras cidades da Baixada Santista


30 de outubro de 2018 às 15:05
Por Da Redação

O Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, ganhou nesta terça-feira, 30, dois centros cirúrgicos e mais 25 leitos de clínica médica que atenderão pacientes SUS da cidade e de outros municípios da Baixada Santista.


Conforme informado pela prefeitura de Santos, os centros cirúrgicos serão utilizados, principalmente, para operações de média complexidade, em que há maior demanda na rede municipal de saúde, como hérnia e varizes. Os pacientes serão encaminhados pela regulação de vagas municipal para a consulta pré-cirúrgica, após a autorização da intervenção.


A divisão dos leitos de clínica médica será de 60% para pacientes inscritos pelas unidades de urgência e emergência no sistema municipal de regulação e 40% para os inscritos pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), do Governo do Estado.


O prefeito Paulo Alexandre Barbosa também anunciou: “A meta para os próximos 12 meses é abrir os 40% de leitos restantes do Complexo Hospitalar dos Estivadores”.

 

De acordo com o diretor geral do Complexo Hospitalar dos Estivadores, Júlio César Massonetto, a abertura das vagas representa um aumento de aproximadamente 15% na oferta de serviços, principalmente no atendimento a casos em que há mais prevalência na população, como doenças cardiovasculares, pulmonares e vasculares. Disse ele: "Estimamos realizar cerca de 60 cirurgias por mês, com potencial para duplicar e até triplicar essa quantidade com o tempo”.


A partir desta terça-feira, o equipamento passa a contar com um total de 131 leitos, sendo 67 de clínica médica; dez de UTI adulta; oito cirúrgicos; 36 de maternidade; dez de UTI neonatal; cinco salas de parto, pré-parto e pós-parto; dois centros cirúrgicos; e duas salas cirúrgicas obstétricas. A ampliação em etapas continuará até o hospital atingir a sua capacidade total, de 223 leitos.


Para esta etapa foram investidos R$ 400 mil dos cofres municipais. A manutenção do complexo custa cerca de R$ 5,6 milhões por mês. Destes, R$ 3,5 milhões são oriundos do estado, R$ 1,1 milhão do governo federal e R$ 1 milhão do município.

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