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Espera passa de 40 minutos nas travessias entre as duas cidades
Espera passa de 40 minutos nas travessias entre as duas cidades Foto: Enviado via WhatsApp

Travessia Santos Guarujá: demora causa transtornos para usuários

Manutenção em embarcações gerou espera de mais de 40 minutos para pedestres. Dersa e sindicato de marítimos descartam paralisação


11 de outubro de 2018 às 13:16
Por Marina Aguiar

A manutenção de lanchas da travessia de pedestres Santos Guarujá está causando transtornos aos usuários nesta véspera de feriado, quinta-feira, 11. A espera, que costuma ser de 20 minutos entre uma travessia e outra, passou para mais de 40 minutos.

Segundo a Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), responsável pelo equipamento, a empresa está momentaneamente com apenas uma lancha em operação, em regime bate e volta. "A demanda está pequena em razão do horário e as demais lanchas entrarão em operação em breve", informou a companhia por meio de nota.

A auxiliar administrativo, Maria Aparecida Siqueira, está há 40 minutos aguardando a travessia e informou à equipe do Sistema Costa Norte de Comunicação que os funcionários do equipamento estão distribuindo panfletos informativos sobre uma possível paralisação caso não haja acordo coletivo de trabalho.

Panfleto divulgado por funcionários é apenas um alerta do sindicato
Panfleto divulgado por funcionários é apenas um alerta do sindicato Foto: Divulgação/Sindmestres

Paralisação

Tanto a Dersa quanto o Sindicato Nacional dos Mestres de Cabotagem e dos Contra-Mestres em Transportes Marítimos (Sindmestres) descartaram a hipótese de paralisação nos próximos dias. O presidente do Sindmestres, Valter Martins Ramos, tranquilizou a população. "É apenas um aviso aos usuários de que caso a empresa vencedora da atual licitação não assine a CT, nós faremos uma paralisação. Não vai ser hoje, amanhã, nem semana que vem. A população será informada com muita antecedência caso não haja o acordo coletivo de trabalho", esclareceu.

A promessa de paralisação foi anunciada, também, nas cidades de Ilhabela e São Sebastião. Acompanhe o caso aqui.

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