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Efeitos do atentado

16 de setembro de 2018 às 17:56
Por Claudio Coletti

A Polícia Federal redobrou a segurança em torno dos candidatos presidenciáveis, depois do atentado sofrido por Bolsonaro. Cada equipe passou a ser integrada por 25 agentes.  O homem que esfaqueou Bolsonaro, em Juiz de Fora, Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, foi transferido para a prisão de segurança máxima de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Ele foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, podendo pegar até 20 anos de prisão, em regime fechado. Adélio assumiu o crime. Declarou que agiu sozinho e a “mando de Deus”. Sua defesa é composta por quatro advogados, contratados por uma congregação evangélica de Montes Claros, interior de Minas Gerais, terra natal do agressor. A defesa vai trabalhar com a tese de que Adélio é um insano mental.

Jair Bolsonaro, em vídeo, afirmou que a morte esteve a dois milímetros distante dele. E que se salvou por um “milagre”.  Boletins médicos do Hospital Albert Einstein dão conta que o quadro de saúde de Bolsonaro continua em evolução e a expectativa é de que, ainda nesse final de semana, sua função intestinal se normalize.  Os principais eventos da campanha eleitoral estão sendo tocados pelos dois filhos do candidato do PSL, Eduardo e Flavio. O primeiro é candidato à reeleição a deputado federal por São Paulo, enquanto Flavio disputa o Senado, pelo Estado do Rio de Janeiro, e lidera as pesquisas eleitorais.


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