Fundo social humaniza atendimento - Sistema Costa Norte de ComunicaçãoBertioga-Especial | Sistema Costa Norte de Comunicação
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Criar programas que propiciem melhor qualidade de vida à população carente, possibilitando também gerar renda e humanizar o atendimento. Com essa finalidade, a presidente do Fundo Social Christina Goulart vem trabalhando com a ajuda de voluntários, depois de um ano de reestruturação do setor. Desvinculado totalmente da Promoção Social e com uma estrutura própria administrativa, o Fundo Social tem realizado campanhas e projetos voltados à comunidade com o apoio de moradores, empresários e dos próprios funcionários da Promoção Social. “As pessoas agregadas ao Fundo trabalham de forma voluntária, sem remuneração, inclusive o Conselho Deliberativo”.

O Fundo Social não opera com dinheiro, apenas doações; tudo é devidamente registrado e conferido pelo conselho, inclusive, compras e empréstimos de equipamentos como aparelhos auditivos, cadeiras de rodas, muletas. Enfim, tudo é organizado para se ter controle da situação, explica Christina Goulart.

Entre as novidades deste ano, ela espera inaugurar, em breve, o novo espaço do Fundo Social construído com apoio de empresas e voluntários. Trata-se de um grande salão, com palco para apresentações, sanitários, também para deficientes, e uma cozinha de panificação artesanal onde serão realizadas aulas para a comunidade.

Quatro mulheres da Reserva Indígena do Rio Silveira também participarão do projeto, pois a ideia é montar uma cozinha desse tipo na própria aldeia para ajudar na subsistência da comunidade. Além do espaço, o prédio do Fundo Social e o da Promoção Social estão sendo reformados, com a instalação de sanitários independentes e fraldários, visando humanizar o atendimento.

Geração de Renda

O Fundo Social começou a desenvolver, há cerca de dois meses, o programa de Geração de Renda para o Mercado Informal, que atinge três bairros: Guaratuba, Indaiá e Jardim Rafael. Os grupos têm até 15 mulheres que aprendem os ensinamentos básicos de corte e costura, além do reaproveitamento de vestuário.

Outro programa é o que está sendo realizado em caráter experimental, com os integrantes do Núcleo de Apoio à Criança Especial (Nace), onde está sendo desenvolvido o projeto de Hidroponia. São usados pequenos kits residenciais que podem ser construídos de forma artesanal. Além das crianças e jovens que são monitorados, o projeto conta com o apoio da parceria com a Promoção Social. “É a vida gerando vida e se transformando, futuramente, em geração de renda”, explica Christina Goulart, que também está feliz com o resultado do Canta e Encanta Criança,  que reúne cerca de 200 estudantes da rede municipal. O objetivo é a formação de um Coral Infantil Municipal, um projeto que poderá se perpetuar por gerações.

O Fundo Social também desenvolve campanhas como a do Agasalho, Semana da Criança, Caminhada Solidária com várias atividades assistenciais e de atendimento à comunidade, Bazar das Mães, de Natal, além de trabalhos junto ao Nace, Casa de Apoio e na Festa do Índio, com a separação de alimentos e roupas doados, sendo que boa parte também é destinada à Reserva do Rio Silveira.


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