Guaratuba, isolamento e mar límpido. - Sistema Costa Norte de ComunicaçãoBertioga-Especial | Sistema Costa Norte de Comunicação
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Escondida atrás do loteamento Costa do Sol, a praia de Guaratuba revela-se uma perfeição da natureza, cativante para quem lá chega pela primeira vez, particularmente, se a maré estiver baixa, ocultando a escuridão da água do rio Guaratuba, que desemboca na ponta norte da faixa de areia, com seus sedimentos minerais e vegetais.

A transparência do mar e nada à vista à direita e à esquerda, a não ser as rochas que separam os oito quilômetros da praia de Guaratuba das vizinhas Itaguaré, ao sul, e Boraceia, ao norte, dão a sensação de privacidade, que aumenta quanto mais se caminha para o sul.

Foto: Rosangela Ribeiro


No canto norte, não há quem resista a verificar a foz do rio, que forma uma lagoa antes da reta final para o mar, e entrar em sua deliciosa água. Mas, na temporada e fins de semana quentes, o local tem alta frequência,  principalmente, no domingo. Muita gente chega à praia de Guaratuba pela portaria do bloco A do loteamento, pelo qual a passagem é livre, para pedestres e veículos. Uma barraca serve comidas e bebidas, e oferece guarda-sóis em mesas aos clientes.

Os bombeiros circulam constantemente com seus botes pela lagoa da foz do rio, que tem uma grande pedra no meio e, consequentemente, um buraco em torno dela. O que provoca correnteza. Há guarda-vidas fixos e seguranças do loteamento circulando pela areia. É proibido entrar na água com jet-skis, o que é um sossego para os frequentadores. Um pouquinho acima, a orla do rio é área de pescadores.

Foto: JCN


Chega-se lá por um acesso localizado uns 150 metros antes da ponte do rio Guaratuba, na rodovia Rio-Santos, no sentido do centro para Boraceia. Há um bar simples e barquinhos para locação. Mas o que mais se vê é gente pescando com varas. Porque o trecho em direção ao mar é curto e porque é proibido navegar para além da ponte, já na área do Parque Estadual da Restinga de Bertioga, a não ser em companhia de monitores ambientais credenciados. Em todos os pontos do rio, atenção com a correnteza, particularmente, após chuvas intensas (veja matéria sobre rios e trilhas na página 64).

Quem prefere estrutura urbana pode ficar perto de um hotel pé na areia, localizado na quadra A, do loteamento, bem perto da B, muito mais interessante para quem está caminhando, por suas alamedas sombreadas pelas árvores. E os que preferirem o meio termo, entre este ponto da praia e o rio, devem necessariamente carregar seu suprimento de comida e bebida.

Na temporada, aparecem locadores de cadeiras e guarda-sóis, mas, fora do verão, nem sempre. Chegar cedo é fundamental para escolher um dos vários pontos nos quais reentrâncias na mata de restinga oferecem refúgios com sombra. Todavia, melhor se garantir com seu próprio guarda-sol.

Foto: Foto Nativa


Os que desejam vivenciar mais profundamente a natureza, que envolve as casas do Costa do Sol, podem se hospedar em algum dos estabelecimentos de hospedagem existentes no loteamento, ou em um camping, ao sul da praia. E há alguns restaurantes. Chegar ao trecho sul da praia também é possível por todas as portarias do loteamento, que vão surgindo à direita da rodovia, para quem vem do centro da cidade. É para quem gosta de praia sem nada. O que se vê por perto são apenas residências, e o isolamento é bem maior do que no trecho norte. Em qualquer ponto, valem todas as regras para quem busca praias selvagens. Tem que levar tudo e não deixar nada.  

Foto: Foto Nativa




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